terça-feira, 7 de dezembro de 2010

NOVIDADES SOBRE AS REDES SOCIAIS

Geolocalização: o futuro das redes sociais?

A era da simples partilha do dia-a-dia no Twitter e no Facebook estar prestes a acabar.
Agora, a moda é outra e tem outro nome: Geolocalização. As pessoas começam a mudar seus hábitos de utilização das redes sociais, e saber o que os amigos estão fazendo em tempo real ou o que têm a dizer sobre determinado assunto já não basta. Os usuários das redes querem mais! Desejam saber onde seus amigos estão para encontra-los no mundo real e compartilhar experiências em locais diferentes fora do âmbito virtual. Alguns especialistas acreditam que o futuro das redes passará obrigatoriamente pelas plataformas móveis e que as redes sociais que apostarem na geolocalização poderão tornar-se indispensáveis nos próximos tempos.

Há 8 meses, o Foursquare, rede social criada em 2008 e que tem como intuito fazer da partilha da localização um jogo virtual, era apontado por muitos como o novo Twitter. A afirmação movimentou rapidamente o mundo virtual. O Twitter não demorou a responder essa “ameaça” disponibilizando uma ferramenta que permite a localização dos “tweets” feitos por celular. Pouco tempo depois, o Facebook lançou o Facebook Places, visando entrar na corrida da geolocalização com estratégias para incorporar essa funcionalidade aos “updates” dos usuários.
O que torna o Foursquare (e outras redes similares, como o Gowalla) diferente de ferramentas como o Google Latitude e tão interessantes, não é a possibilidade de simplesmente partilhar a localização. O Foursquare também é um estimulante e viciante jogo de disputa entre amigos. Utilizando um dispositivo móvel com acesso a internet, os usuários da rede social podem dar “check-ins” nos locais que visita. Quanto mais “check-ins” a pessoa der, mais chances tem de ganhar diferentes “badges”, recompensas ganhas por ser um usuário assíduo que atinge metas pré-estabelecidas pelo site, oude se teornar “mayor”, espécie de dono virtual do locais registrados na rede.
No Brasil, as empresas ainda não aproveitam totalmente o potencial das redes de geolocalização. Pouco usadas, ainda não possuem métricas acessíveis dispersando a atenção do mundo corporativo. Já no exterior, existem diversas ações publicitárias que utilizam a geolocalização como base. Empresas investem largamente em criar “badges” especiais, relacionar sua marca a eventos com local registrado, premiar “mayors”, entre outras. Cabe ao mercado publicitário nacional inovar e não perder a oportunidade de utilizar essas redes para aumentar as vendas de seus clientes. Aqui, o limite é a criatividade!
Foursquare no Brasil
Apesar de ainda não terem caído no gosto popular, os dados de utilização do Foursquare no Brasil são bastante interessantes e a utilização de internet móvel tem grande potencial para crescer nos próximos anos. Abaixo, os gráficos mostram em quais cidades os brasileiros tem feito mais “check-ins”. Segundo a análise, São Paulo é a cidade que predomina na rede, com 55% do total de “check-ins” registrados. Outras cidades como Rio de Janeiro, Porto Alegre e Belo Horizonte também se destacaram:
Uma constatação interessante é que o volume de chek-ins no aplicativo é muito maior de sexta a domingo. Veja no gráfico abaixo:

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