terça-feira, 22 de março de 2011

Educação na mídia

 
22 de março de 2011

Índios aprendem nas universidades como ser professor nas aldeias

Ministério da Educação investe na capacitação de indígenas; Federal de Santa Catarina quer qualificar e incentivar atuação política

Fernanda Nogueira
Do G1, em Florianópolis
Apesar das dificuldades que enfrentam na aldeia para ensinar, professores da aldeia Kuriy (Pé de Pinheiro), na cidade catarinense de Biguaçu, fazem parte de um grupo de 120 índios que começaram um curso superior na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em fevereiro.

O curso, chamado licenciatura intercultural indígena do sul da mata atlântica, tem como objetivo melhorar a formação dos professores e torná-los mais ativos, principalmente nas questões ambientais e fundiárias. O vestibular teve 400 inscritos.
Esse é o 22º curso do tipo no país. Um total de 20 universidades federais oferece licenciaturas específicas para indígenas e outra está em fase de elaboração da proposta pedagógica, com cerca de 3.000 vagas no total. Pelo modelo do programa, a instituição se responsabiliza pelas aulas e o governo federal arca com os cursos com hospedagem e alimentação dos índios. O investimento por aluno a cada ano é de R$ 4 mil, de acordo com o ministério.

sábado, 12 de março de 2011

Educação na mídia

 
09 de março de 2011

Opinião: O desafio da sala de aula

''Os alunos não querem super-homens, nem enciclopédias ambulantes, mas profissionais que saibam motivá-los ao conhecimento, que os façam pensar'', diz Valmor Bolan

* VALMOR BOLAN
Menos profissionais estão procurando a sala de aula, segundo pesquisas recentes, especialmente do ensino fundamental e médio. Ser professor está ficando uma profissão cada vez mais desvalorizada socialmente, primeiramente pelos baixos salários, pelo estresse de ter de enfrentar uma sala de aula muitas vezes com um número elevado de alunos, com acústica precária, e problemas constantes de disciplina.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Faltam professores qualificados no ensino médio

Docentes desta etapa lidam com várias turmas, salas cheias e lecionam conteúdos para os quais não se formaram

Cinthia Rodrigues, iG São Paulo | 24/02/2011 07:00

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Para ensinar, seria esperado que os professores estivessem entre os profissionais mais bem preparados da sociedade, mas indicadores apontam que isso está longe de acontecer. Décadas de salários baixos e relatos de condições de trabalho inadequadas afastaram da carreira a maioria das pessoas com os melhores desempenhos enquanto estudantes. A falta de atratividade da profissão atinge a educação brasileira como um todo, mas provoca consequências ainda mais sérias no ensino médio, como falta de professores especializados, o tema da quarta reportagem da série especial do iG Educação sobre o fracasso desta etapa.

Você sabe ensinar por meio de projetos didáticos?

- Todo projeto didático precisa ter produto final?
- É possível realizar projetos didáticos em todas as disciplinas?
- Desenvolver um projeto com a turma é a mesma coisa que ensinar empregando a metodologia de projetos?
Se você também tem dúvidas como essas, clique no link "Comente", logo abaixo nesta página, e registre sua questão sobre projetos didáticos. As perguntas servirão de base para a produção de uma reportagem sobre o assunto na revista NOVA ESCOLA.
 
24/02/2011 - 11h00

Educação perde R$ 1 bi; corte atinge universidade


ANGELA PINHO
DE BRASÍLIA

Do corte de R$ 50 bilhões no Orçamento anunciado pela equipe econômica, R$ 1 bilhão deverá vir do Ministério da Educação, dos R$ 70 bilhões autorizados inicialmente para a pasta.
O MEC ainda não definiu quais dos seus programas perderão recursos, mas uma parte da conta ficará para as universidades federais.

ISSO É DISCRIMINAÇÃO!

23/02/2011

Professores com histórico depressivo são impedidos de tomarem seus cargos. Opine


Professores com histórico de licença médica por motivo de depressão estão sendo impedidos de assumir seus cargos. Eles devem continuar com contratos temporários. Docentes míopes e obesos também foram impedidos de tomar seus cargos.

Conforme especialistas, como Mara Fernandes Maranhão, psiquiatra da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), tal decisão é preconceituosa. A médica explica que "toda pessoa está sujeita a passar por situações difíceis. Aquelas que têm propensão ou componente genético desenvolvem processos depressivos", ela também afirma que é um precesso recorrente, com poucos quadros realmente curáveis, porém é uma doença tratável e que é perfeitamente possível trabalhar se houver acompanhamento.

EDUCAÇÃO É TUDO!

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