terça-feira, 29 de março de 2011

Pedro Demo fala aos professores de Seropédica sobre tecnologia e novas formas de aprender

Juliana Carvalho

No dia 3 de março, o professor emérito da UnB e pós-doutor em educação Pedro Demo esteve na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro para falar especialmente aos professores do município de Seropédica. Dadas a importância e a abrangência do trabalho do professor, a palestra foi aberta também à comunidade acadêmica. Essa conferência fez parte de um conjunto de atividades programadas pela Secretaria de Educação para a formação continuada de diretores e professores da rede pública do município em parceria com o Decanato de Graduação da UFRRJ.
O título da palestra foi "Conhecimento, aprendizagem e tecnologias", e, dentro desse tema, o professor falou sobre sociedade do conhecimento, o desafio de aprender no século XXI, ambientes virtuais, o papel do professor... Foi um momento de rico aprendizado.
Orkut, MSN e Twitter podem gerar tecnoestresse
29/ Março 2011
Evelyn Eisentein, diretora do Centro de Estudos Integrados da Infância, explica que o excesso de conectividade a que crianças e adolescentes são expostos pode atrapalhar o rendimento escolar. Quando a internet atrapalha as atividades de rotina e as interações sociais do adolescente. Ele pode estar sofrendo de tecnoestresse.
O termo é novo, surgiu após observações da nova geração, que parece não se desligar das tecnologias. É utilizado quando o uso excessivo de internet causa baixo rendimento escolar, insônia, dores no corpo e agressividade ao ficar longe do computador
Nos consultórios pediátricos pais reclamam que os filhos não estudam. “Ficam o tempo todo na internet, inclusive na hora de dormir”. Por não dormir direito, a sonolência em sala de aula impede a concentração.
"A boa educação é moeda de ouro, em toda parte tem valor." (Padre Antônio Vieira)
29/03/2011 - 14h33

Brasil está se tornando potência científica, diz relatório

Um relatório divulgado na Grã-Bretanha indica que o Brasil e outros países emergentes, liderados pela China, estão despontando como grandes potências na área de produção de estudos científicos, capazes de rivalizar com países que têm tradição nessa área, como os Estados Unidos, nações da Europa Ocidental e o Japão.
De acordo com o estudo feito pela Royal Society, a academia nacional de ciência britânica, São Paulo subiu para do 38º para o 17º lugar na lista de cidades com mais publicações científicas no mundo, o que “reflete o rápido crescimento da atividade científica brasileira”.
29/03/2011 - 11h40

Países fortes em pesquisa científica perdem para emergentes

DA REUTERS
Países tradicionalmente fortes em pesquisa científica, caso dos Estados Unidos, Japão e nações europeias, estão perdendo seus postos para os emergentes, entre eles o Brasil, e outras nações que até então não se destacavam nessa área.
Apresentado nesta segunda-feira, o levantamento foi feito a pedido da Royal Society, a academia nacional de ciência britânica.
"O cenário científico está mudando. A Ciência está crescendo e surgem novos jogadores", comenta Llewellyn Smith, presidente do grupo responsável pela coleta de dados.
Segundo Smith, entre 2002 e 2007, os investimentos em pesquisa científica cresceram cerca de 45%, mas nos países em desenvolvimento esse percentual beirou os 100%, principalmente na China.

segunda-feira, 28 de março de 2011

27/03/2011 08h00 - Atualizado em 28/03/2011 10h52

País não tem lei federal específica para o combate ao bullying

Projeto de lei tramita em comissão de educação do Senado.
Alguns estados e municípios aprovaram leis sobre o tema.

Do G1, em São Paulo e Belo Horizonte
O Brasil não tem uma lei federal sobre o combate ao bullying. Um projeto de lei propõe que as ações de combate ao bullying sejam detalhadas na Lei de Direitrizes e Bases da Educação. O projeto aguarda votação na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado. A proposta, de autoria do senador Gim Argello (PTB-DF) quer incluir entre as incumbências dos estabelecimentos de ensino a promoção de ambiente escolar seguro e a adoção de estratégias de prevenção e combate a intimidações e agressões.
Alguns estados e municípios, no entanto, adotaram leis de combate ao bullying. O Rio Grande do Sul teve a lei que prevê políticas públicas contra o bullying nas escolas estaduais e privadas de ensino básico e de educação infantil sancionada no ano passado. A lei não prevê punições aos estudantes, apenas ações educacionais.

EDUCAÇÃO INFANTIL

Universalização da educação infantil: solução ou armadilha?

"Os ganhos para o país com a eliminação do analfabetismo serão muito maiores do que aqueles oriundos da universalização da pré-escola. Essa é a batalha que temos à nossa frente. Admitir distrações é quase um crime"

Veja

28/03/2011 16:24

Texto
Gustavo Ioschpe
Foto: Mila Saasramoinen/Getty Images
Foto: Pré-escola na Suécia: lá funciona porque todos os outros problemas educacionais foram resolvidos também

Pré-escola na Suécia: lá funciona porque todos os outros problemas educacionais foram resolvidos também

Os últimos anos têm visto o florescimento de uma vasta literatura científica, multidisciplinar, que demonstra o incrível poder que os primeiros anos de vida de uma pessoa têm na determinação de uma série de fatores - da saúde à riqueza - de sua idade adulta. À medida que a pesquisa avança, nota-se que a idade para o surgimento de características importantes vai retrocedendo: sabe-se hoje que eventos da vida intrauterina têm impactos que perduram até a morte.

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